
ERA DIGITAL
LEALL
Reflexões sobre autenticidade e pressão em “ERA DIGITAL”
A música “ERA DIGITAL” de LEALL explora de forma direta os efeitos da vida moderna marcada pela velocidade e pressão do mundo digital. Logo no início, versos como “era digital, onde o mundo não para” e “cidade não dorme” mostram um ambiente urbano acelerado, onde a ansiedade e a sensação de neurose são comuns. LEALL usa esse cenário para falar sobre as dificuldades de lidar com fracassos e a necessidade de resiliência, como em “lidando com a embriaguez e a merda do fracasso na minha cara”. Ele destaca a importância de escolher entre esperar passivamente ou assumir o controle da própria vida: “Eu posso aguardar minha vez ou, dessa vez, sou eu que dou as carta”.
A letra também traz reflexões sobre autossuperação e amadurecimento. LEALL reconhece que não se deve apressar o próprio crescimento — “eu entendi que não se apressa a grandeza” — e que as lições mais importantes vêm das dificuldades, como em “na base, pra que amadureça”. O verso “o dinheiro corrompe a verdade, eu tô botando as peças na mesa” faz uma crítica à influência do dinheiro nas relações e reafirma sua busca por autenticidade. O contexto do EP “Você Precisa do Álibi” e a fase experimental do artista aparecem na mistura de experiências pessoais com observações sobre a sociedade digital, transmitindo uma mensagem de resistência, esperança e valorização da essência individual em meio ao caos urbano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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