
Deixa, Deixa
Leci Brandão
Liberdade e resistência social em "Deixa, Deixa" de Leci Brandão
Em "Deixa, Deixa", Leci Brandão faz uma crítica clara à repressão social e à criminalização das escolhas dos jovens. O verso repetido “É melhor do que ele sacar de uma arma pra nos matar” destaca a ideia de que permitir que as pessoas expressem seus desejos e vivam suas individualidades é uma forma de evitar consequências graves, como a violência. A artista cita exemplos do cotidiano, como beber, fumar, escrever, discursar, amar e até “transar tudo de onde vier”, para mostrar que a liberdade de escolha é fundamental para a saúde social.
Lançada em 1985, durante o processo de redemocratização do Brasil, a música enfrentou resistência da gravadora por seu conteúdo politizado. Esse contexto reforça o papel da canção como um protesto em defesa da liberdade individual. Ao dizer “deixa ele ser moleque dessa mulher” e “deixa ele assumir”, Leci Brandão também aborda questões de gênero e sexualidade, defendendo a aceitação das diferenças como caminho para uma sociedade mais justa. O tom direto e cotidiano da letra aproxima a mensagem do público, alertando que reprimir desejos naturais pode gerar consequências muito mais perigosas do que simplesmente permitir que cada um viva sua própria identidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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