
Papel Marchê
Leila Pinheiro
A delicadeza e a esperança em "Papel Marchê" de Leila Pinheiro
Em "Papel Marchê", Leila Pinheiro utiliza a imagem do papel machê para simbolizar a delicadeza e a vulnerabilidade dos sentimentos. A escolha desse material artesanal, que transforma papel simples em objetos coloridos e resistentes, sugere que a felicidade e o amor são frágeis, mas podem ser moldados e protegidos pelo cuidado e pelo afeto. Isso fica claro em versos como “Ser feliz, no teu colo dormir / E depois acordar / Sendo o seu colorido / Brinquedo de papel marchê”, onde o eu lírico expressa o desejo de ser acolhido e preservado como algo precioso e sensível.
A letra cria uma atmosfera leve e sonhadora ao associar cores e elementos naturais à experiência do amor, como em “Cores do mar, festa do sol”, “violeta e azul” e “arco-íris crepom”. O uso de materiais delicados, como “seda, cor de batom”, reforça a ideia de que os sentimentos são intensos e belos, mas também passageiros. A repetição de “Nada vai desbotar” revela o desejo de manter viva essa felicidade, mesmo sabendo que ela é efêmera. Assim, "Papel Marchê" fala sobre a busca por proteger e eternizar momentos de alegria e amor, reconhecendo ao mesmo tempo sua fragilidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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