
Frevo N°3
Leila Pinheiro
Saudade e identidade recifense em “Frevo N°3” de Leila Pinheiro
Em “Frevo N°3”, Leila Pinheiro explora a saudade como um sentimento profundo, marcado tanto pela distância física do Recife quanto pelo forte vínculo afetivo com a cidade. A letra destaca ruas como Harmonia, Amizade, Saudade e União, que não são apenas locais reais, mas também símbolos das lembranças e dos laços que o eu lírico mantém com sua terra natal. O verso “E em mim não passa essa vontade de voltar” evidencia o desejo constante de retorno e o sentimento de pertencimento, enquanto a imagem do rio que “passa levando barcaça pro alto do mar” representa o tempo e as pessoas que vão embora, em contraste com a saudade que permanece.
A música também faz referência a figuras importantes da cultura pernambucana, como Capiba, Nelson Ferreira e Ascenso Ferreira, aprofundando o tom nostálgico. Ao perguntar “Capiba e Zumba, esta hora onde é que estão?”, a letra expressa não só a saudade de amigos e mestres, mas também de um Recife que mudou com o tempo. O pedido para que Nelson Ferreira toque “aquela introdução” é um apelo à memória musical, uma tentativa de reviver emoções e momentos marcantes do passado. Dessa forma, “Frevo N°3” se transforma em uma homenagem à identidade recifense, unindo música, pessoas e lugares em uma narrativa de memória e pertencimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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