
Eu Acho Pouco
Lenine
Carnaval e irreverência em “Eu Acho Pouco” de Lenine
Em “Eu Acho Pouco”, Lenine faz uma homenagem direta ao bloco carnavalesco “Eu Acho é Pouco”, símbolo do carnaval de Olinda. A música destaca o espírito irreverente e libertário do evento, especialmente no verso “bloco liberal, existencial, etcétera e tal”, que mostra como o bloco desafia as normas tradicionais e valoriza a espontaneidade e a alegria nas ruas. O trecho “não respeita a contramão, mas tomou um porre, mudou de opinião” brinca com a ideia de transgressão típica do carnaval, sugerindo que até quem desafia as regras pode se render ao clima de festa e descontração.
A letra também traz elementos lúdicos, como o personagem que recebe um beijo de Gê e a mão de Carmen, figuras que podem ser tanto pessoas reais quanto símbolos da liberdade e da celebração coletiva. A menção a uma viagem ao Japão, claramente fantasiosa, reforça o tom de exagero e diversão, mostrando como o carnaval permite que a imaginação vá além de qualquer limite. O refrão repetido “foi muito louco, mamãe, eu acho é pouco” destaca o desejo de viver experiências intensas, característica marcante do carnaval de Olinda e do bloco homenageado, onde a vontade de aproveitar nunca é saciada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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