
Certas Coisas
Lenine
Contrastes e silêncio no amor em "Certas Coisas" de Lenine
"Certas Coisas", interpretada por Lenine, aborda a importância dos opostos e dos contrastes na vida e no amor. Logo no início, a letra destaca que "não existiria som se não houvesse o silêncio" e "não haveria luz se não fosse a escuridão", mostrando como elementos opostos se complementam e dão sentido um ao outro. Essa reflexão se estende ao campo dos sentimentos, sugerindo que o amor também se manifesta nos espaços entre o que é dito e o que é sentido, muitas vezes de forma silenciosa e sutil.
A canção enfatiza que nem tudo pode ser expresso em palavras. No trecho "Cada voz que canta o amor não diz tudo o que quer dizer / Tudo o que cala, fala mais alto ao coração", Lenine mostra que o verdadeiro sentimento se revela mais nos gestos e silêncios do que nas palavras. Quando ele canta "Eu te amo calado como quem ouve uma sinfonia de silêncios e de luz", reforça a ideia de que o amor é algo profundo, sentido no íntimo, e que vai além do verbal. A repetição de "é impossível ser feliz sozinho" destaca o valor da troca afetiva para a felicidade. Por fim, ao afirmar "Tem certas coisas que eu não sei dizer", a música reconhece que há sentimentos que fogem à explicação racional, tornando a canção acolhedora e próxima do ouvinte. A interpretação delicada de Lenine, acompanhada pela harpa de Cristina Braga, valoriza ainda mais essa atmosfera de introspecção e intimidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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