
A Flor e o Espinho
Lenine
Desilusão e transformação em "A Flor e o Espinho"
Em "A Flor e o Espinho", Lenine interpreta uma canção originalmente composta por Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha, que explora a desilusão amorosa por meio de imagens marcantes. A oposição entre "flor" e "espinho" simboliza a transformação do sentimento do narrador: de alguém que já foi fonte de alegria e beleza para o outro, ele se vê agora como motivo de dor. Esse contraste aparece claramente no verso “Eu na sua vida já fui uma flor / Hoje sou espinho em seu amor”, mostrando como o relacionamento mudou e como o narrador reconhece seu novo papel na vida do outro.
A letra também destaca a necessidade de afastamento e respeito à dor individual, como em “Tire o seu sorriso do caminho / Que eu quero passar com a minha dor”. Aqui, o narrador pede espaço para viver seu sofrimento, revelando uma delicadeza mesmo em meio à mágoa. O verso “O sol não pode viver perto da lua” reforça a ideia de incompatibilidade entre os amantes, sugerindo que, apesar da atração, eles não podem coexistir sem se prejudicar. O espelho, citado em “É no espelho que eu vejo a minha mágoa”, representa o momento de introspecção e o confronto com o próprio sofrimento. A interpretação de Lenine mantém a essência melancólica do samba, ressaltando a universalidade do tema e a força das imagens criadas pelos compositores.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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