Bundão da Mercedita
Leno Brega
Humor e crítica social em “Bundão da Mercedita” de Leno Brega
“Bundão da Mercedita”, de Leno Brega, utiliza o humor escrachado e a sátira para abordar a obsessão masculina por atributos físicos femininos, especialmente em ambientes populares do Brasil. A letra transforma a admiração coletiva pelo “bundão” de Mercedita em um fenômeno quase lendário, com exageros cômicos como “os pintos levantando e não baixavam nunca mais” e “todo mundo tinha calos nas mãos”. Esses trechos deixam claro o tom irreverente e debochado típico do brega, usando expressões coloquiais e situações absurdas, como o padre que “pra se vingar comia a mulher do sacristão”, para parodiar comportamentos e tabus sociais sem apelar para o conteúdo pornográfico.
A música acompanha a trajetória de Mercedita, mostrando como a beleza física é passageira e como a idolatria popular pode ser superficial. Quando “Mercedita ficou velha” e “a bunda encolheu”, a letra ironiza a perda do fascínio coletivo, culminando na morte da personagem e no esquecimento de sua antiga glória. O desfecho, com pessoas ainda indo ao cemitério “batendo uma punheta em homenagem à bunda dela”, reforça o deboche e a crítica à fixação exagerada por atributos físicos e à nostalgia de um passado idealizado. O estilo direto e popular da letra, junto ao contexto do brega, faz da música uma sátira social que diverte e provoca reflexão sobre valores e comportamentos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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