
A Pobreza
Leno e Lilian
Preconceito social e amor em "A Pobreza" de Leno e Lilian
"A Pobreza", de Leno e Lilian, aborda de forma clara o impacto do preconceito de classe nas relações amorosas. A letra destaca como o protagonista enfrenta julgamentos por ser pobre, especialmente na frase “rapaz pobre não tem coração”, que resume o estigma enfrentado por quem não tem dinheiro. Esse tema se conecta ao contexto da Jovem Guarda, movimento do qual a dupla fazia parte, onde era comum que artistas como Renato Barros, autor da música, tratassem de desigualdade social e exclusão em suas composições.
A canção mostra a dor de um amor proibido não pela falta de sentimento, mas pelas barreiras impostas pela diferença de classe. O verso “Eu tenho uma paixão que é proibida / Só porque sou pobre demais” evidencia que o sentimento é verdadeiro, mas não é aceito socialmente por causa da condição financeira do protagonista. A garota amada, “que eu adoro por quem tanto choro”, vive em conforto, mas também sob as restrições dos pais, que “pensam que a pobreza é lixo”. Dessa forma, a música não apenas expressa a tristeza de um romance impossível, mas também faz uma crítica direta ao preconceito e à valorização do dinheiro acima do caráter e do amor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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