
Maior B.O
Léo Foguete
Ironia e superação no término em “Maior B.O” de Léo Foguete
Em “Maior B.O”, Léo Foguete usa o termo popular “B.O” (boletim de ocorrência) para transformar o fim de um relacionamento em um grande problema, mas também em motivo de alívio. O título já indica o tom irônico e direto da música, que trata o término como algo complicado, mas ao mesmo tempo libertador. A letra explora essa ambiguidade, especialmente no trecho “Eu não queria ver suas coisas / Pra não saber nada de você”, mostrando o esforço de se afastar da ex, mesmo sentindo curiosidade e saudade.
O refrão destaca o sentimento de perda e arrependimento, com frases como “Era pra ser eu na foto segurando a outra taça” e “Era pra ser eu te ouvindo me chamar de seu”. No entanto, Léo Foguete logo quebra esse clima com ironia: “Graças a Deus não sou eu” e “Eu não perdi você foi livramento”. Ele mistura lamento e autoconvencimento, sugerindo que, apesar da saudade, o término foi o melhor caminho. O uso da gíria “B.O” para se referir à ex como “mô BO” (boa de cama, boa de beijo) traz um duplo sentido, elogiando e criticando ao mesmo tempo, e deixando claro que, apesar das qualidades, ela não serve para um relacionamento sério. Assim, a música aborda saudade e superação com leveza, ironia e sinceridade, refletindo o estilo descontraído de Léo Foguete.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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