
Cobra Venenosa
Leo Jaime
Duplo sentido e irreverência em "Cobra Venenosa" de Leo Jaime
"Cobra Venenosa", de Leo Jaime, utiliza o duplo sentido de forma bem-humorada, característica marcante das marchinhas de Carnaval. A música faz uso da imagem da cobra para criar insinuações de teor sexual, especialmente no verso “Eu sou uma cobra venenosa / Que pica, que pica”. Aqui, a palavra “pica” brinca tanto com o sentido literal de picar quanto com a gíria sexual, reforçando o tom irreverente da canção. A participação de Selvagem Big Abreu, conhecido pelo humor escrachado, contribui para esse clima descontraído e ousado.
Outros trechos, como “tenho dois dentinhos afiados” e “tenho um chocalho no meu rabo”, misturam características reais do animal com insinuações cômicas e sugestivas. O verso “vivo no buraco do tatu” também carrega duplo sentido, podendo ser interpretado de forma literal ou como metáfora sexual. Ao afirmar “eu sou mansinha / quase nunca dou alteração”, a música suaviza o tom provocativo, equilibrando a malícia com leveza. Essa combinação de humor, criatividade e ousadia fez com que "Cobra Venenosa" desafiasse os limites do permitido na época, o que resultou em restrições à sua execução pública quando foi lançada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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