
Tertúlia
Leonardo (gaúcho)
Tradição e pertencimento em “Tertúlia” de Leonardo (gaúcho)
Em “Tertúlia”, Leonardo (gaúcho) utiliza elementos como “uma chamarra, uma fogueira, uma chinoca, uma chaleira” para retratar cenas do cotidiano gaúcho e reforçar o sentimento de pertencimento e aconchego das reuniões tradicionais do campo. Esses termos, profundamente ligados à cultura regional, ajudam a criar o ambiente típico das tertúlias, onde música, chimarrão e convivência são essenciais para a identidade coletiva do povo gaúcho.
A letra valoriza o encontro como espaço de liberdade e expressão, evidenciado em versos como “Tertúlia é o eco das vozes perdidas no campo afora” e “É rima sem compromisso, julgamento ou castração”. Leonardo destaca o caráter democrático e acolhedor dessas reuniões, onde todos podem compartilhar histórias e sentimentos sem medo de censura. O trecho “É o batismo dos sem nome, rodeio dos desgarrados, grito de alerta do pampa, tribuna de injustiçados” amplia o significado da tertúlia, mostrando-a como refúgio para quem busca pertencimento e voz, especialmente para os marginalizados do campo.
O tom nostálgico e afetivo da música aparece na saudade e no “mate amargo”, símbolos de uma tradição que resiste ao tempo e mantém vivos os laços comunitários. Ao repetir a imagem da “noite cheirando a querência nas tertúlias do meu pago”, Leonardo celebra a importância dessas reuniões para a preservação da cultura gaúcha, transformando a tertúlia em espaço de memória, resistência e celebração coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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