
Desencontros de Primavera
Leonardo
Reflexão sobre saudade e solidão em "Desencontros de Primavera"
Em "Desencontros de Primavera", Leonardo utiliza a imagem da andorinha cruzando o céu logo no início para simbolizar a passagem do tempo e a natureza passageira dos sentimentos e das relações. A canção, composta originalmente por Hermes Aquino em 1976 e regravada por Leonardo com um arranjo melancólico, traz um forte tom de saudade e reflexão sobre desencontros amorosos. A letra destaca a sensação de perda e a inevitabilidade da solidão, como no verso “É solidão que já vem, é alegria que vai”, mostrando como momentos felizes podem ser rapidamente substituídos pela tristeza quando o amor chega ao fim.
A primavera, geralmente associada ao renascimento e à esperança, é apresentada de forma oposta: antes mesmo das flores surgirem, a tristeza já “corta a vida da gente”. Isso evidencia um desencontro não só entre pessoas, mas também entre expectativas e a realidade. A metáfora da canoa da solidão, que “navega o corpo e a alma voa”, sugere que, mesmo diante da dor, o pensamento busca refúgio em lembranças e sonhos. O trecho “Realidade é uma sombra eu começo a sonhar” reforça essa fuga para o mundo interior, onde as memórias dos momentos felizes – “os beijos, rosto e tudo” – se tornam mais intensas do que o presente. Assim, a música constrói uma atmosfera de melancolia e contemplação, mostrando que o desencontro é tanto um fato externo quanto um sentimento profundo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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