
Sonhei que as plantas falavam
Leôncio e Leonel
Disputa bem-humorada entre culturas em “Sonhei que as plantas falavam”
A música “Sonhei que as plantas falavam”, de Leôncio e Leonel, se destaca por transformar uma conversa entre plantas em uma sátira leve sobre a importância das principais culturas agrícolas do Brasil. Ao dar voz ao café, milho, algodão, feijão e cana-de-açúcar, a canção usa a personificação para mostrar, de forma descontraída, o papel econômico e social de cada uma dessas plantas no dia a dia rural e nacional. O café se orgulha de ser exportado para o mundo, o milho destaca sua utilidade na alimentação animal, o algodão lembra que é essencial para vestir as pessoas e até para ensacar outros produtos, enquanto o feijão se apresenta como alimento indispensável tanto na cidade quanto no sertão.
O contexto da moda de viola, tradicionalmente ligada à vida no campo, aparece no tom simples e no humor rural das provocações entre as plantas. A cana-de-açúcar encerra a disputa com uma crítica social sutil: “Feijão que alimenta o pobre hoje em dia é só pra rico / Enquanto não tem feijão todo mundo molha o bico”. Nesse trecho, a letra faz referência ao aumento do preço do feijão e sugere que a cachaça, feita da cana, se torna uma alternativa popular. Assim, a música não só valoriza a riqueza agrícola do Brasil, mas também reflete sobre as mudanças sociais e econômicas que afetam o acesso aos alimentos básicos, tudo com leveza e ironia típicas do gênero.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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