
Nada Tanto Assim
Leoni
Crítica à superficialidade cotidiana em “Nada Tanto Assim”
Em “Nada Tanto Assim”, Leoni utiliza uma ironia sutil para retratar a pressa e a superficialidade do cotidiano. Logo nos primeiros versos, a música mostra alguém que só tem tempo para “manchetes no metrô” ou para saber da novela por terceiros, destacando como a rotina acelerada impede experiências mais profundas. Mesmo lançada nos anos 1980, a canção já antecipava a sensação de sobrecarga de informações e a falta de envolvimento real, algo que se intensificou com a internet e permanece atual.
A letra traz exemplos do dia a dia, como escolher filmes “que eu não vejo no elevador” ou decidir com base em “crítica do leitor”, ilustrando decisões tomadas rapidamente, sem reflexão ou envolvimento. O refrão “Eu tenho pressa / E tanta coisa me interessa / Mas nada tanto assim” resume o sentimento de dispersão: há curiosidade por tudo, mas nada é vivido de verdade. Ao brincar com a ideia de conhecer o mundo “por cartão-postal” e saber “de quase tudo um pouco / E quase tudo mal”, Leoni critica, de forma leve e irônica, a superficialidade nas relações e no consumo cultural. A música permanece relevante ao abordar um comportamento que só se intensificou com o tempo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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