
Maravilha Marginal
Letícia Fialho
Cotidiano e afeto em "Maravilha Marginal" de Letícia Fialho
"Maravilha Marginal", de Letícia Fialho, destaca como a artista encontra beleza e intensidade nos detalhes simples do dia a dia. No trecho “No sol o vento vai puxando o carretel / Você que vem e vai cortando o azul do céu”, Letícia usa imagens do cotidiano para falar sobre a passagem do tempo e a fluidez dos encontros e desencontros. A música sugere que o extraordinário pode estar presente nas experiências mais comuns, valorizando o olhar atento para o presente.
A canção também propõe uma nova visão sobre o Carnaval, indo além da festa tradicional. Em “Todo dia é carnaval nessa esquina / Da filha do vendaval / Maravilha marginal”, Letícia transforma o Carnaval em uma celebração constante da vida, mostrando que a alegria e a intensidade podem ser vividas diariamente. A repetição de versos como “Tentei não falar / Palavra de amor” e “A minha língua agora é toda carne / De amor ainda” revela a luta interna entre conter e expressar sentimentos, evidenciando vulnerabilidade e entrega emocional. O termo “mandalinha”, que remete à ideia de ciclos e transformações, reforça que a vida é feita de repetições e mudanças, assim como o mar que “vira onda na minha língua”. Com arranjos leves e orgânicos, a música convida o ouvinte a enxergar a poesia e a intensidade dos afetos presentes no cotidiano, mesmo quando tentamos escondê-los.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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