
COLAPS02
LetoDie
Solidão e autodestruição em "COLAPS02" de LetoDie
Em "COLAPS02", LetoDie expõe de forma direta o sentimento de solidão e desgaste emocional que atravessa sua vida. Quando afirma que até nos “eu te amo” foi ele quem amou sozinho, o artista revela uma solidão profunda, que vai além de situações passageiras e se mostra como parte constante de sua existência. O verso “as coisas que eu consumia hoje me consomem” traz um duplo sentido importante: pode se referir tanto a vícios e hábitos autodestrutivos quanto a sentimentos, relações e até à própria arte, que antes eram refúgio e agora se transformam em fonte de sofrimento.
O isolamento desde a adolescência, destacado em “cêis não viram que eu já tô sozinho desde os dezesseis?”, está ligado à trajetória de LetoDie, marcada pela busca de autenticidade e pela recusa em se adaptar aos padrões da indústria musical. A referência ao ambiente familiar hostil em “doce lar que eu não tive, só levei coice lá” reforça que o colapso emocional do artista é resultado de uma vida permeada por rejeição e falta de acolhimento. Metáforas como “me distraio em meio aos tragos / tudo dissolve nessa nevoa” mostram a tentativa de encontrar alívio temporário no meio do caos mental, enquanto o desejo de dormir mais um pouco indica uma fuga da realidade. Ao se definir como “filho bastardo do colapso”, LetoDie assume sua identidade moldada pelo sofrimento, sem romantizá-lo, mas reconhecendo seu papel formador.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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