
Déjà Vu
LetoDie
Ciclos emocionais e autenticidade em “Déjà Vu” de LetoDie
Em “Déjà Vu”, LetoDie explora a sensação de reviver experiências dolorosas, mostrando como memórias difíceis se repetem e influenciam o presente. A repetição do termo "déjà vu" reforça esse ciclo emocional, sugerindo que o artista enfrenta constantemente situações que parecem já vividas. O verso “Lembranças rabiscadas no meu corpo com tattoos” usa a imagem das tatuagens para ilustrar como as dores e aprendizados ficam marcados de forma permanente, tornando-se parte da identidade do artista. Essa metáfora conecta o processo de superação e autoconhecimento, mostrando que, mesmo dolorosas, essas experiências contribuem para a construção pessoal.
A música também faz uma crítica direta à superficialidade das redes sociais, especialmente em “Todos são tão puros vendo pelo Reels do Insta'”, ao destacar a diferença entre a vida real e as aparências editadas online. LetoDie questiona a autenticidade das relações e a busca por aceitação, enquanto revela sua luta interna para lidar com o “lado ruim” e encontrar equilíbrio emocional. Nos versos “A existência é um mistério, então se foda / A vida é o que é, só engaje na matrix”, o artista adota uma postura de aceitação diante das incertezas, preferindo valorizar o presente e as conexões verdadeiras. O trecho final, “Gasto meu tempo com quem amo e vivo / Na ilusão do presente, sem pensar no final”, reforça a ideia de que, apesar das dores e dúvidas, é possível encontrar sentido ao focar no agora e nas relações genuínas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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