
Guerra
LetoDie
Resistência e autossuficiência em "Guerra" de LetoDie
Em "Guerra", LetoDie explora a luta interna de quem se recusa a se render diante das adversidades e traumas. A música destaca a importância do autocontrole e da frieza como formas de proteção em um ambiente hostil. O trecho “Que a calma que eu trago na alma / Não se estenda ao meu corpo me tornando inerte / E que a raiva que eu trago na mente / Não se transmita ao meu espírito me tornando precipitado” mostra o esforço do eu lírico para encontrar equilíbrio: não se deixar paralisar pela apatia, mas também não agir por impulso. Essa busca por equilíbrio é apresentada como fundamental para sobreviver e seguir em frente, mesmo quando tudo parece conspirar contra.
A letra também aborda como as cicatrizes, tanto físicas quanto emocionais, são marcas de batalhas vividas e moldam a identidade do indivíduo. Versos como “Tenho cicatrizes de batalha no meu rosto / Guerreiros morrem em combate não se rendem” reforçam a ideia de que a dor e as experiências difíceis fortalecem quem as enfrenta. A referência a Kurt Cobain, conhecido por seus conflitos internos, aprofunda o tema da luta contra os próprios demônios. Além disso, a postura de autossuficiência e desprezo pelas opiniões externas aparece em versos como “Eu me tornei um grande exército de um homem só” e “De vocês não quero nada eu quero o mundo todo”, ressaltando a escolha de enfrentar a vida sozinho, mesmo que isso signifique carregar cicatrizes e travar batalhas pessoais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de LetoDie e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: