
Ovelha Negra
LetoDie
Resistência e autenticidade em "Ovelha Negra" de LetoDie
Em "Ovelha Negra", LetoDie transforma o estigma de ser diferente em um símbolo de força e autonomia. O termo "ovelha negra", geralmente associado a quem foge das normas, é ressignificado como resistência, como fica claro no verso: "Ovelha negra, não sigo regra / Vocês vão pro abate, eu vou pra guerra". O artista se posiciona como alguém que não apenas rejeita padrões sociais e políticos, mas que também enfrenta quem tenta impor limites, evidenciado em "Vai, tenta fechar que eu arrombo a tua porta".
A letra adota um tom agressivo e autêntico, rejeitando tanto a busca por aceitação quanto qualquer alinhamento político ou ideológico. Isso é explicitado em "Pau no cu do Lula e Ustra, eu sou filho é da Sirlei / Cuzão, não tomo lado, não to no lado, não". LetoDie reforça a ideia de independência total, valorizando o orgulho de trilhar o próprio caminho sem se preocupar com julgamentos externos. Metáforas como "um lobo sempre traz as cicatrizes das caçadas" e "cruzei a fronteira" destacam a trajetória de superação e a transformação das marcas do passado em sinais de experiência. O tom direto e, por vezes, ofensivo, serve para afastar qualquer tentativa de enquadramento, deixando claro que a "ovelha negra" busca respeito por sua autenticidade e coragem, não aprovação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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