
De mão dada
Letuce
Liberdade e conexão em "De mão dada" de Letuce
"De mão dada", da banda Letuce, aborda de forma sensível a tensão entre o desejo de liberdade e a busca por companhia. A letra revela uma oscilação interna, como nos versos “Eu, eu sempre oscilei / Eu, eu nunca confirmei / Minha presença”, mostrando a dificuldade de se comprometer totalmente, seja com o momento ou com outra pessoa. Essa dualidade é central na música, refletindo o conflito entre querer explorar o novo e hesitar diante do compromisso.
As perguntas repetidas “Com que frequência acontece o novo?” e “Com que frequência acontece de novo?” expressam uma inquietação diante da rotina e do inesperado, sugerindo que a vida é feita de ciclos e recomeços. O trecho “Se for pra viajar, que seja voando / Se for pra voar, que seja a pé” utiliza metáforas para mostrar que a busca por liberdade pode acontecer tanto em grandes mudanças quanto em pequenos gestos. Apesar de afirmar “Eu, eu nunca precisei / Andar de mão dada”, a repetição da expressão indica um desejo de conexão, mesmo para quem valoriza a independência.
A imagem “Sorte dos cavalos que deitam pra comer na sombra” traz um contraste entre a simplicidade animal e a inquietação humana. No final, a frase “Eu te demoro porque eu quero / Não tenho medo do que eu espero” revela uma escolha consciente de estar junto, sem pressa, valorizando o tempo compartilhado. Assim, "De mão dada" reflete sobre a negociação entre autonomia e afeto, celebrando a possibilidade de caminhar ao lado de alguém sem abrir mão da própria liberdade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Letuce e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: