
212 Savage
Leviano
Identidade periférica e ostentação em “212 Savage” de Leviano
“212 Savage”, de Leviano, destaca-se por unir referências do trap internacional, como o rapper 21 Savage e o código de área de Nova York (212), à afirmação da identidade brasileira e periférica. No verso “Eu me visto tipo um gringo, mas sou favelado”, Leviano expressa a dualidade entre adotar o visual ostentatório do hip-hop global e manter suas raízes na favela. Essa fusão de códigos culturais mostra que o sucesso e o luxo não apagam as origens, mas as valorizam em um novo contexto.
A letra aborda temas clássicos do trap, como riqueza, ostentação e poder, evidenciados em repetições como “carro, casa, nota”, “roupa, grife, arma” e “AK e pistola”. No entanto, Leviano vai além ao refletir sobre o preço da autenticidade e as pressões do meio: “Quão longe eu vou pra provar que eu sou de verdade? Será que eu mato um mano, vou atrás das grades? Eles querem ver isso mesmo, então faço ao contrário”. Aqui, ele questiona o estereótipo do artista de periferia que precisa se envolver com o crime para ser respeitado, optando por buscar sucesso financeiro e empresarial como resposta. A participação de Del Jay e DougBeats reforça a diversidade de experiências dentro do trap nacional, enquanto o refrão repetitivo destaca o ciclo de consumo e ascensão social presentes no gênero.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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