
Boquetáxi
Lia Clark
Irreverência e liberdade sexual em “Boquetáxi” de Lia Clark
“Boquetáxi”, de Lia Clark, explora a sexualidade de forma aberta e bem-humorada, usando o trocadilho do título para transformar uma situação comum — pegar um táxi — em uma narrativa cheia de desejo e irreverência. O verso “Uberket é o caralho / Hoje eu quero é da meu” deixa claro o tom provocativo e debochado da música, mostrando uma protagonista que rejeita a formalidade e assume o controle da situação, pronta para se divertir sem pudores. Expressões como “vou pagar essa corrida / com a minha sacanagem” reforçam a metáfora central: o pagamento do táxi é, na verdade, um encontro sexual, subvertendo normas sociais de maneira divertida e ousada.
Lia Clark utiliza a música para desafiar convenções e promover a diversidade, algo evidente na letra ousada e na postura empoderada da personagem. A referência ao “Boquetáxi” como um sonho e a repetição de “vroom vroom ai” misturam humor, desejo e liberdade, criando um clima de festa e transgressão. A polêmica envolvendo o videoclipe, especialmente pela paródia de “Vou de Táxi” da Angélica, reforça o caráter provocador da obra, que brinca com ícones da cultura pop e questiona limites. No fim, “Boquetáxi” celebra o prazer, a autonomia e a quebra de tabus, tudo embalado por um funk divertido e direto.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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