
Monogamia
Lia Clark
“Monogamia”: liberdade sexual e crítica ao modelo tradicional
A música “Monogamia”, de Lia Clark, questiona de forma direta e bem-humorada o modelo tradicional de relacionamento exclusivo. Usando o funk como base, a artista celebra a liberdade sexual e a não-monogamia, deixando claro já no refrão: “Papo de monogamia já não faz sentido”. Esse verso define o tom provocador da canção, que desafia a necessidade de exclusividade nos relacionamentos e faz piada com a ideia de ter múltiplos parceiros sem abrir mão do relacionamento principal, como em “Eu vou levar de sete e sentar pro meu marido”.
A letra utiliza expressões explícitas e repetições como “fode” para reforçar a proposta ousada e sem pudores, tratando a sexualidade como fonte de empoderamento e diversão, e não como tabu. Lia Clark também ironiza papéis tradicionais de gênero e casamento, exemplificado em “Aliança no dedo, eu pago a conta com cuceta”, sugerindo que compromisso pode coexistir com liberdade sexual e autonomia. Ao afirmar “preciso de um homem em cada cidade” e “é muito fogo só um bombeiro não apaga”, a artista escancara o desejo e a autonomia, rejeitando a ideia de que uma pessoa só pode satisfazer todas as necessidades. O tom descontraído, com referências à cultura pop e à cena drag, transforma “Monogamia” em um manifesto divertido sobre prazer, autonomia e quebra de padrões.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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