
Terremoto (part. Gloria Groove)
Lia Clark
Poder e irreverência em "Terremoto (part. Gloria Groove)"
"Terremoto (part. Gloria Groove)", de Lia Clark, usa fenômenos naturais como metáforas para expressar o impacto e a energia das artistas na pista de dança. Ao se compararem a terremotos, furacões e tsunamis, Lia Clark e Gloria Groove destacam sua presença marcante e a capacidade de "sacudir" o ambiente, tanto literalmente, ao dançar, quanto figurativamente, ao chamar atenção e causar alvoroço. O verso “Magnitude 10 na Escala Richter” enfatiza esse exagero intencional, mostrando que o objetivo é ser impossível de ignorar, enquanto “Tu pode me chamar de furacão Katrina” reforça a imagem de força e irreverência.
A música tem um clima festivo e descontraído, evidenciado em versos como “Hoje tem zuera, vambora / Tô pouco me fu-woo-woo pra hora”, que mostram uma atitude despreocupada e voltada para a diversão. O refrão “Treme, treme, é o terremoto” convida todos a entrarem no clima da festa, dançando e se soltando. Expressões como “Ela taca, que taca, que taca” e “Eu tô mais afiada que faca” reforçam a ousadia e autoconfiança das artistas. No videoclipe, as personagens desafiam a ordem e escapam da polícia, ampliando a mensagem de rebeldia divertida. A presença de outras artistas, como IZA e Wanessa Camargo, no universo visual dos clipes, reforça a ideia de união e força coletiva na cena pop brasileira. "Terremoto" celebra o poder de ser autêntico, ocupar espaço e transformar qualquer lugar em festa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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