
Falta de Silêncio
Lia de Itamaracá
O mar como fonte de energia em “Falta de Silêncio”
Em “Falta de Silêncio”, Lia de Itamaracá valoriza o som e o movimento do mar como elementos essenciais de vida e inspiração. A repetição da frase “Eu amo a falta de silêncio do mar” destaca a preferência pelo barulho das ondas, que aqui é visto como algo positivo, em contraste com a ideia comum de que o silêncio representa paz. O mar, com sua energia constante, é celebrado como fonte de conexão espiritual e vitalidade.
A saudação “Odoyá!”, dedicada a Iemanjá, reforça a ligação da música com a tradição afro-brasileira e o respeito às águas e à ancestralidade. Trechos como “na maré seca eu deito” e “na maré cheia eu canto” mostram a entrega ao ritmo natural das marés, simbolizando os ciclos da vida, com momentos de recolhimento e de celebração. Composta por Alessandra Leão e interpretada por Lia de Itamaracá, a canção traz o espírito dos cantos de trabalho praieiros, evocando coletividade e força das tradições populares. A produção mistura elementos tradicionais e contemporâneos, ampliando o alcance da ciranda e transformando a relação com o mar em um ritual de pertencimento e alegria.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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