
Amigo da Onça
lilgiela33
Desconfiança e excessos em "Amigo da Onça" de lilgiela33
"Amigo da Onça", de lilgiela33, aborda de forma direta a sensação de estar cercado por pessoas falsas e interesseiras, usando a expressão popular "amigo da onça" para ilustrar amizades tóxicas e traiçoeiras. O artista relaciona essa desconfiança ao ambiente de festas, onde o consumo de álcool e drogas, como sugerido pelas menções a "kush" e "banana", aparece como uma tentativa de escapar dos próprios problemas. No verso “Sei que, aos poucos, eu tô morrendo / Mas que hipocrisia, eu tô bebendo veneno”, o narrador reconhece seu comportamento autodestrutivo, mas revela a contradição de continuar buscando alívio temporário nos vícios, mesmo sabendo das consequências.
A busca por status e riqueza é evidenciada em trechos como “Eu olho pro meu pulso, tem pérolas / Como eu tenho tantas cédulas?”, mostrando o contraste entre ostentação material e o vazio existencial que permeia a letra. O ambiente descrito, com todos “chapado, bêbado” no banheiro, reforça a ideia de um ciclo repetitivo de festas e excessos, onde relações superficiais e sensação de dívida (“tô devendo”) se misturam. Referências de moda, como Nike, Yeezy Slide e Vans, reforçam a identidade jovem e urbana do artista. A repetição do refrão destaca a constante desconfiança em relação às pessoas ao redor, fazendo de "Amigo da Onça" um retrato honesto de um cotidiano marcado por desconfiança, busca por prazer imediato e luta contra o vazio interior.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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