
Nunca Sabem
lilgiela33
Vulnerabilidade e crítica social em "Nunca Sabem" de lilgiela33
"Nunca Sabem", de lilgiela33, aborda de forma direta a relação do artista com o uso de substâncias e questões de saúde mental, misturando hedonismo, autodestruição e uma crítica à superficialidade das percepções externas. O verso “Misturei remédio com uma foice (nunca morro) / Meu pulso tem cortes” expõe pensamentos autodestrutivos e automutilação, enquanto a menção repetida a remédios como Xanax, zolpidem e codeína reforça a busca por alívio ou fuga de um estado emocional pesado. O contexto do álbum "Desordem" e a influência do trap e emo rap intensificam o clima sombrio e introspectivo, tornando a vulnerabilidade um ponto central da música.
A letra também destaca o contraste entre a imagem pública e a realidade interna, como em “Os boy não sabem de nada (nunca sabem)”, sugerindo que quem está de fora não entende a profundidade das lutas enfrentadas. O envolvimento com práticas ilícitas, como a venda de drogas, é apresentado de forma crua, reforçando o ciclo de autossabotagem e sobrevivência em um ambiente hostil. A referência à parceira "meio emo" e à transformação do quarto em catedral mistura sexualidade, religiosidade e ironia, criando um retrato de experiências intensas e contraditórias. No geral, "Nunca Sabem" é um relato honesto sobre desordem interna, vício e isolamento, sem suavizar ou romantizar a dor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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