Balada do Covarde
Limão Rosa
Vulnerabilidade e autocrítica em “Balada do Covarde”
Em “Balada do Covarde”, Limão Rosa aborda de forma direta o tema da vulnerabilidade e da autocrítica. Logo nos versos centrais, a autodeclaração de covardia — “Covarde eu sou, um covarde estende a mão / Procurando quem lhe aprove e escondendo um coração” — revela uma honestidade marcante. A música expõe o desejo de aceitação, ao mesmo tempo em que evidencia o medo de se mostrar por completo. O contexto da canção, reforçado por discussões na web, indica que se trata de um exercício de autocrítica, onde a coragem é vista não apenas como uma virtude, mas como um desafio pessoal difícil de superar. Assim, a luta interna contra a insegurança se torna o verdadeiro foco da narrativa.
A metáfora do “passarinho solto ao chão” ganha destaque ao simbolizar a sensação de estar perdido e distante do conforto representado pelo “ninho lá no alto”. Essa imagem reforça o sentimento de indecisão e a distância entre o ideal e a realidade. Ao longo da letra, a repetição do reconhecimento das próprias falhas e do medo de não corresponder às expectativas mostra que a música trata da aceitação das limitações pessoais e da dificuldade de se perdoar. “Balada do Covarde” transforma a vulnerabilidade em tema central, convidando o ouvinte a refletir sobre suas próprias inseguranças e sobre a coragem necessária para enfrentá-las.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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