
Homem De Pedra
Lindomar Castilho
Solidão e autodefesa em "Homem De Pedra" de Lindomar Castilho
Em "Homem De Pedra", Lindomar Castilho retrata um personagem que, após sofrer traições e desprezo, decide se proteger emocionalmente de forma extrema. A letra mostra esse processo de transformação com clareza, especialmente no verso: “Já fui um grão de areia todos pisavam em mim / Agora resolvi tomar uma decisão”. Aqui, o eu lírico revela como a experiência de ser constantemente ferido o leva a se tornar “uma pedra bruta”, uma escolha de autodefesa radical diante do sofrimento.
A metáfora da pedra aparece em trechos como “De pedra muito dura fiz pra sempre o meu destino” e “Sou um homem de pedra e não penso mais em nada”, simbolizando não só a insensibilidade, mas também a tentativa de evitar novas decepções. O trecho “O pranto dos meus olhos para sempre envenenei / Pra matar seu orgulho e a sua traição” mostra que o personagem transforma sua dor em ressentimento, impedindo-se de amar novamente. O tom direto e amargurado da letra, especialmente em “Não amo mais ninguém e não quero ser amado”, reforça a decisão de romper com o passado afetivo. A imagem final, “Sou agora uma estátua sem abrigo no relento”, sintetiza o preço dessa proteção: a solidão e a perda de esperança, mostrando que o endurecimento emocional traz consigo isolamento e ausência de calor humano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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