
Charme
Liniker
Relação entre natureza e amor em “Charme” de Liniker
Em “Charme”, Liniker utiliza imagens marcantes da natureza do Arquipélago do Marajó para expressar admiração e afeto, tanto pela pessoa retratada quanto pela cultura paraense. A comparação da pessoa a uma onça tomando sol na pedra molhada destaca uma beleza selvagem e autêntica, enquanto referências a búfalos, pajés, carcarás e cavalo-marinho ampliam a conexão com o ambiente local. Expressões como “Mara-mara-marajó” e “Ilha do Amor” reforçam o carinho e o orgulho pelas raízes do Pará, transformando a música em uma homenagem sensorial à região.
A letra traz uma atmosfera leve e vibrante, com metáforas visuais como “coisa de aquarela, pincel do bom” e “tempero de amor feroz”, que transmitem a intensidade e a espontaneidade do sentimento. O cotidiano simples, representado por “cochilo na rede, ouço um trovão”, se mistura à força da natureza, sugerindo uma vida em harmonia com o entorno. Ao repetir imagens e sons, Liniker cria uma sensação de pertencimento e continuidade, mostrando que o amor – seja pelo lugar, pela pessoa ou pela cultura – é constante e renovador, como afirma o verso “fim do amor não há, eu sei”.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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