
Paralelas
Liniker
A Melancolia das Paralelas: Uma Reflexão sobre Amor e Solidão
A música 'Paralelas', interpretada por Liniker, é uma obra que explora a complexidade das relações amorosas e a solidão que pode surgir mesmo em meio à companhia. A letra começa com uma cena dentro de um carro, onde a velocidade e o movimento representam a fuga e a tentativa de escapar de uma realidade dolorosa. O eu lírico menciona que, apesar de estar ao lado de seu amor, a única coisa que resta são os 'carinhos do motor', sugerindo uma desconexão emocional.
No segundo verso, o eu lírico fala sobre seu trabalho e como a busca incessante por riqueza e sucesso acaba diminuindo seu amor. Isso reflete uma crítica à sociedade moderna, onde o materialismo e a ambição muitas vezes sufocam os sentimentos genuínos. A imagem das 'luzes de mercúrio' e 'praças, viadutos' reforça a ideia de uma vida urbana agitada, onde o amor se perde em meio à correria e à indiferença.
A música também faz referências a locais icônicos do Rio de Janeiro, como o Corcovado e Copacabana, simbolizando a grandiosidade e a beleza que contrastam com a solidão do eu lírico. A metáfora das 'borboletas do que fui' pousando 'por entre as flores do asfalto' sugere uma nostalgia e uma busca por algo que foi perdido. No final, a repetição de 'sou eu' enfatiza a solidão e a busca por identidade em meio ao caos da vida moderna. A juventude do coração, que só entende o que é cruel e o que é paixão, revela a dualidade entre a inocência perdida e a intensidade dos sentimentos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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