
Bom Sinal
Lô Borges
Relações e sentimentos multifacetados em “Bom Sinal”
Em “Bom Sinal”, Lô Borges explora a complexidade dos sentimentos amorosos por meio de uma série de apelidos e metáforas para a pessoa amada. Ao chamá-la de “minha flor”, “meu neném”, “minha droga”, “meu temporal” e “meu lado mau”, o narrador revela como o amor pode ser doce, viciante, imprevisível e até doloroso. Essa variedade de nomes mostra que o afeto vai além do convencional, expressando as nuances e contradições presentes em uma relação intensa.
A música também reflete sobre a passagem do tempo e o desejo de deixar uma marca afetiva. No verso “Se eu sumir no mundo, levem meu recado”, o narrador expressa a vontade de que sua mensagem de amor permaneça, mesmo que ele não esteja mais presente. Já o trecho “Foi só um bom sinal e tinha todos nomes / Foi só um bom sinal e se chamava nada” sugere que, apesar de todos os significados e nomes atribuídos ao amor, ele pode ser ao mesmo tempo tudo e nada, algo indefinível e universal. A sensibilidade poética da colaboração entre os irmãos Borges reforça esse equilíbrio entre leveza e profundidade, fazendo de “Bom Sinal” uma celebração das diferentes formas de amar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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