
Sempre Viva
Lô Borges
Resistência e esperança em "Sempre Viva" de Lô Borges
Em "Sempre Viva", Lô Borges utiliza a imagem da planta sempre-viva para simbolizar a resistência e a continuidade da vida diante das adversidades. O título já aponta para essa ideia central, reforçada por versos como “isto não se apaga como a vela” e “nem ao menos se dispersa qual vento dos corações”, que destacam a persistência de algo que não se extingue facilmente. A escolha da planta, conhecida por sua durabilidade, conecta-se à mensagem de que certos impulsos humanos, como a liberdade e a vontade de viver, são inextinguíveis.
A letra também sugere que essa força vital é universal e faz parte da natureza humana desde o nascimento, como em “já estava bem preparado no ventre de toda mulher”. Metáforas como “passageira chama fogo da vida” e “a vontade livre tudo intimida por simples ser” mostram que, embora a vida seja passageira, ela é intensa e corajosa. Elementos naturais, como “vento na manhã”, “caravana”, “um bicho voando no céu” e “a dança macia dos canaviais”, ampliam o sentido de liberdade e movimento. O verso “toda tribo viva é bailarina” sugere uma coletividade que celebra a existência por meio da dança e da união. Já “veneno da rua aprendida a lição de colher uma fruta no chão” traz a ideia de aprendizado e sobrevivência, mostrando que é possível extrair algo valioso mesmo das dificuldades. Ao repetir “isto não se apaga”, a música reafirma a permanência da essência da vida e da liberdade, consolidando-se como um hino à persistência e à esperança.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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