
Clube da Esquina N° 2 (part. Solange Borges)
Lô Borges
Juventude e resistência em "Clube da Esquina N° 2"
"Clube da Esquina N° 2", de Lô Borges, retrata a persistência dos sonhos e da juventude em meio às dificuldades do Brasil durante a ditadura militar. O verso “Porque se chamava moço / Também se chamava estrada” associa o jovem ao caminho e ao movimento, mostrando a juventude como uma fase de busca, possibilidades e incertezas. A expressão “Nem se lembra se olhou pra trás / Ao primeiro passo” reforça o desapego ao passado e a coragem de seguir adiante, mesmo sem garantias.
A repetição da palavra “aço” sugere tanto a força e resistência necessárias para enfrentar tempos difíceis quanto a dureza do contexto vivido, marcado por repressão. O trecho “Em meio a tantos gases lacrimogênios / Ficam calmos, calmos” faz referência direta à repressão policial nas manifestações, mas destaca que, apesar disso, “sonhos não envelhecem”. A música valoriza a capacidade da arte de sobreviver e se adaptar, como em “De tudo se faz canção / E o coração na curva / De um rio”, onde a sensibilidade flui e contorna obstáculos. O “rio de asfalto e gente” representa a cidade viva e cheia de histórias, enquanto “Esquina mais de um milhão / Quero ver então a gente” expressa o desejo de união e transformação coletiva, refletindo o espírito colaborativo do movimento Clube da Esquina, que nasceu do encontro de diferentes artistas e ideias em Belo Horizonte.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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