
Manuel O Audaz
Lô Borges
O espírito aventureiro em “Manuel, o Audaz” de Lô Borges
Em “Manuel, o Audaz”, Lô Borges faz uma homenagem inusitada ao transformar um jipe amarelo, usado nas viagens do Clube da Esquina por Minas Gerais, no personagem principal da música. Ao personificar o veículo como "Manuel, o audaz", a canção atribui ao jipe características de coragem, liberdade e espírito aventureiro. Assim, o jipe se torna um símbolo da busca por novas experiências e do valor do caminho percorrido, não apenas do destino final.
A letra destaca esse sentimento de desprendimento e entrega ao desconhecido, especialmente em versos como “Se já nem sei o meu nome, se eu já não sei parar, viajar é mais, eu vejo mais”. Aqui, a ideia é que se perder e se permitir viver o momento são partes essenciais do crescimento pessoal. O convite para "viajar" e "aprender" reforça que o aprendizado vem da vivência e da tentativa, como no trecho “E no ar livre, corpo livre, aprender ou mais tentar”. A participação do guitarrista Pat Metheny, com seu solo marcante, contribui para a atmosfera de travessia e mistura de culturas, tornando a música uma celebração da aventura, da liberdade e da amizade entre os músicos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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