
Trem Das Coisas
Lô Borges
A travessia musical e cultural em “Trem Das Coisas” de Lô Borges
Em “Trem Das Coisas”, Lô Borges utiliza a imagem do trem como símbolo do movimento constante da vida e da música. A canção destaca como a música pode atravessar fronteiras culturais e emocionais, conectando diferentes realidades. O verso “Luar do sertão, Manhattan e tal” mostra essa fusão entre o interior brasileiro e o universo cosmopolita, reforçando a ideia de que a música é uma linguagem universal capaz de unir mundos distintos.
A letra transmite otimismo e liberdade, sugerindo que tanto a vida quanto a música seguem em fluxo contínuo, sempre avançando. Trechos como “pegar meu lugar no trilho do som” e “vibrar o metal veloz” convidam o ouvinte a participar ativamente dessa jornada, enquanto “a coisa já vem mais rápida do que nós” indica que a inspiração e a criatividade são forças que nos impulsionam e, muitas vezes, nos surpreendem. A menção ao “irmão viola na mão” faz referência à tradição de parcerias familiares dos Borges e ao espírito coletivo do Clube da Esquina, onde a música é uma experiência compartilhada. O refrão “não chores por mim, que a música não tem fim” resume o tom esperançoso da canção, celebrando a continuidade e o poder transformador da arte.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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