
Canções de Primavera
Lô Borges
A força da liberdade e do afeto em “Canções de Primavera”
“Canções de Primavera”, de Lô Borges, explora como a música pode ser um abrigo e uma forma de resistência diante das incertezas da vida e do tempo. O verso “Só amor eu ponho em meu canto / Não tenho bem mais precioso” mostra a escolha do artista por colocar sentimentos verdadeiros em sua arte, tratando a música como seu maior tesouro e ferramenta de transformação. Esse tema se conecta ao contexto do álbum, que marca a retomada da parceria com Márcio Borges, reforçando a ideia de que compor é também revisitar memórias e afetos duradouros.
A liberdade é um dos pontos centrais da canção, especialmente em “Vou derramando versos livres / A liberdade é meu plano / Eu sigo livre e cantando”. Aqui, Lô Borges apresenta a composição como um espaço de expressão sem limites, onde a música inspira e desperta quem a ouve. O trecho “Quando tudo mais perde o sentido / Me refugio em meu piano” revela como a arte serve de consolo e renovação, principalmente em momentos de dúvida ou solidão. O abraço guardado “no tempo e no espaço” sugere que, mesmo com o passar dos anos, certos sentimentos permanecem vivos, assim como as “canções de primaveras” que resistem e continuam a florescer, simbolizando esperança e renovação constante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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