
Clube da Esquina
Lô Borges
Encontros e liberdade em “Clube da Esquina” de Lô Borges
A música “Clube da Esquina”, de Lô Borges, utiliza a imagem da esquina como símbolo dos encontros entre amigos e músicos em Belo Horizonte, especialmente no bairro Santa Tereza, onde nasceu o movimento que leva o mesmo nome. O verso “Neste clube, a gente sozinha se vê, pela última vez / À espera do dia, naquela calçada / Fugindo pra outro lugar” expressa o sentimento de pertencimento passageiro e a busca por novos caminhos, refletindo tanto a união do grupo quanto o desejo de liberdade em um período de repressão política no Brasil.
O ambiente noturno presente na letra reforça o tom de nostalgia e introspecção, mas também aponta para a esperança de recomeço, como em “No claro do dia, o novo encontrarei”. A menção ao “Curral del Rei”, antigo nome de Belo Horizonte, reforça a ligação com a identidade mineira e o contexto de origem do movimento. Já o trecho “janelas se abram ao negro do mundo lunar” sugere a abertura para o desconhecido e para novas possibilidades, mesmo diante das dificuldades. Assim, a canção celebra a amizade, a criatividade coletiva e a esperança, mostrando como, mesmo em tempos de incerteza e despedidas, é possível encontrar força nos laços e no desejo de transformação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Lô Borges e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: