
Constelação
Lô Borges
Mudança e renovação em "Constelação" de Lô Borges
"Constelação", de Lô Borges, explora a ideia de transformação constante e reinvenção, tanto na vida quanto na arte. Versos como “Quem sabe o começo, receita de outra era... outra avenida, outra estação” mostram como o início de algo novo pode ser influenciado por experiências anteriores, mas sempre aberto a novas possibilidades. Essa abordagem reflete a própria trajetória de Lô Borges, marcada por mudanças e experimentações ao longo de sua carreira.
A letra utiliza imagens celestes e naturais, como “estrela no céu de nossas mãos” e “esferas do céu em nossas mãos”, para transmitir uma sensação de leveza, contemplação e conexão com o universo. O refrão “Vento, mar, vendaval / Nosso amor de estação” reforça a ideia de que sentimentos e relações são cíclicos, mudando conforme o tempo e as circunstâncias, assim como as estações do ano. Metáforas como “curva infinita” e “gritar em silêncio” expressam emoções profundas e, por vezes, contraditórias, enquanto “clarão que inventa o olhar da despedida” destaca a beleza e a dor presentes nos encontros e despedidas. A atmosfera urbana e cosmopolita da canção aparece na busca por novos horizontes e na aceitação das transformações inevitáveis da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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