
Inusitada
Lô Borges
Reflexão sobre identidade e encontros em “Inusitada”
Em “Inusitada”, Lô Borges aborda a busca por identidade diante do inesperado. A repetição da pergunta “Quem sou eu?” mostra a inquietação do narrador, que tenta entender seu papel no mundo. O verso “Lavrador de caminhos” reforça a ideia de alguém que constrói sua própria trajetória, mas ainda se questiona sobre o sentido dessa jornada, especialmente ao tentar “contar as belezas” que encontra. Isso sugere que traduzir experiências e sentimentos é uma tarefa ao mesmo tempo simples e complexa.
A figura da pessoa “inusitada” aparece como um elemento marcante e transformador. Sua chegada inesperada provoca o desejo de expressão e poesia, levando o narrador a repensar quem é e como se relaciona com o mundo. A frase “Pois em vontade não se manda” destaca que certos sentimentos e encontros fogem ao controle racional, reforçando o impacto dessa presença. Assim, a música alterna entre a reflexão sobre si mesmo e o efeito de alguém que, ao surgir de forma inusitada, inspira novas perguntas e uma busca renovada por sentido e beleza.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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