Tradução gerada automaticamente

El Silencio De Los Perdidos
LOCURA POÉTICA
O Silêncio dos Perdidos
El Silencio De Los Perdidos
Mais uma vezOtra vez
Esse zumbido nos ouvidosEse zumbido en los oídos
Esse ar pesadoEse aire espeso
Que entra nos pulmõesQue se me mete en los pulmones
E não alimenta nadaY no alimenta nada
Não sei nem que dia éNo sé ni qué día es
Nem me importa um caralhoNi me importa una mierda
E cada passo que douY cada paso que doy
É como se o chão estivesseEs como si el suelo estuviera
Feito de areia movediçaHecho de arena movediza
Me afundando um pouco maisHundiéndome un poco más
Com cada tentativa de avançarCon cada intento de avanzar
Uf, me dói a verdadeUf, me duele la verdad
Aquela que se esconde atrás do barulho dos que nunca se calamEsa que se esconde tras el ruido de los que nunca callan
Somos faíscas se apagandoSomos chispas apagándose
Em uma tempestade que não tem fimEn una tormenta que no tiene fin
Buscando calor em fogueiras de geloBuscando calor en hogueras de hielo
Que porra de orgulho é esse?¿Qué mierda de orgullo este?
O de achar que somos donos de algoEl de creer que somos dueños de algo
Quando não conseguimos nem segurarCuando no podemos ni sujetar
O batimento queEl latido que
Escapa pela garganta?Se nos escapa por la garganta?
Sinto como a realidade se rachaNoto cómo la realidad se agrieta
Mostrando esse vazioMostrando ese vacío
Que ninguém se atreve a encarar de frenteQue nadie se atreve a mirar de frente
Por puro medo de se encontrarPor puro miedo a encontrarse a sí mismo
Fico aquiMe quedo aquí
Suspenso neste instante eternoSuspendido en este instante eterno
Onde o tempo não é mais que uma ferida que não para de sangrarDonde el tiempo no es más que una herida que no deja de sangrar
Ah!¡Ah!
Continuo aquiSigo aquí
Estagnado nesta margemEstancado en este margen
Onde o ar já não sabe esquecerDonde el aire ya no sabe olvidar
Ah!¡Ah!
Que farsa estúpida¡Qué estúpida farsa
De homens de pedraDe hombres de piedra
Que fingem não sentirQue fingen no sentir
O peso da própria nulidade!El peso de su propia nada!
Uf!¡Uf!
Uma correnteUna corriente
Que só serve para me lembrarQue solo sirve para recordarme
Que a alma se tornou cinzas antes do tempoQue el alma se nos ha vuelto de ceniza antes de tiempo
Somos arquitetos de ruínasSomos arquitectos de ruinas
Enquanto o espíritoMientras el espíritu
Morre de nojo em um cantoSe nos muere de asco en un rincón
Que vaidade estúpida¡Qué estúpida vanidad
A das nossas certezas!La de nuestras certezas!
Ah!¡Ah!
Me dói a surdez das almasMe duele la sordera de las almas
Esse ruído branco que abafa tudoEse ruido blanco que lo tapa todo
Sinto que sou uma ponte quebradaSiento que soy un puente roto
Uma conexão que se perde no arUna conexión que se pierde en el aire
Ah!¡Ah!
Mar maldito!¡Mar de maldita!
Quando deixamos de ser fogo¿Cuándo dejamos de ser fuego
Para nos tornarmos cinzas friasPara convertirnos en ceniza fría
Que o vento arrasta sem esforço?Que el viento arrastra sin esfuerzo?
E não consigo verY no puedo ver
Como as flores do entendimento murchamCómo se marchitan las flores del entendimiento
Por pura falta de coragemPor pura falta de coraje
E me estremeço ao pensarY me estremezco al pensar
Na herança de vazio que estamos deixandoEn la herencia de vacío que estamos dejando
E aqui sigoY aquí sigo
Com as tripas reviradas por essa visãoCon las tripas revueltas por esta visión
Tentando sustentar o céuIntentando sostener el cielo
Com mãos que já não têm forçasCon unas manos que ya no tienen fuerzas
Esperando que um único brilhoEsperando que un solo destello
De consciência pura rompa de uma vezDe conciencia pura rompa de una vez
Essa crosta de puro geloEsta costra de puro hielo
Que nos impede de sentir o batimento do universoQue nos impide sentir el latido del universo
Ah!¡Ah!
Agarrados ao naufrágio¡Aferrados de naufragio
Sentindo como a sanidade se desfiaSintiendo cómo la cordura se deshilacha
Como uma corda velha!Como una cuerda vieja!
Que solidão maldita¡Qué maldita soledad
A de ter os olhos abertosLa de tener los ojos abiertos
Em um país de cegos!En un país de ciegos!
E no finalY al final
No final, só resta esse rastro de merda no arAl final, solo queda este rastro de mierda en el aire
Uma batalha que perdemos antes de começarUna batalla que perdimos antes de empezar
Que alívio de merda é esse¡Qué mierda de alivio este
O de saber que não há mais nada a quebrar!El de saber que ya no hay nada más que romper!
Ai!¡Ay!
Que maldita, que lindo é¡Qué maldita, qué hermoso es
Finalmente não sentirPor fin no sentir
Absolutamente nadaAbsolutamente nada
NadaNada
Nada!Nada!
Absolutamente nada!¡Absolutamente nada!




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