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Inframundo

LOCURA POÉTICA

Letra

Inframundo

Inframundo

Aqui dentro não tem ar limpoAquí dentro no hay aire limpio
Só um nó que aperta e não soltaSolo un nudo que aprieta y no suelta
Um batimento sujo batendo nas paredesUn latido sucio golpeando paredes
Como se quisesse me romper por dentroComo si quisiera romperme por dentro

AbaixoAbajo
Onde o dia não entraDonde no entra el día
Tudo gira devagar dentro da minha cabeçaTodo gira lento dentro de mi cabeza
Como se o tempo hesitasse em me seguirComo si el tiempo dudara en seguirme
Onde cada passo afunda na mesma coisaDonde cada paso se hunde en lo mismo
Tenho um reino escuro pulsando no peitoTengo un reino oscuro latiendo en el pecho
Ele fala em gritos que não consigo calarMe habla en gritos que no puedo callar
Me pede pra desistir, ficar no chãoMe pide rendirme, quedarme en el suelo
Me vende descanso que não é descansarMe vende descanso que no es descansar

Eu mesmo me percoYo mismo me pierdo
Me procuro e não estouMe busco y no estoy
Me quebro em pedaços que volto a juntarMe rompo en pedazos que vuelvo a juntar

Mas algo invisível me empurra pra baixoPero algo invisible me empuja hacia abajo
E apaga o caminho se eu tento escaparY borra el camino si intento escapar

A noite se instala atrás dos meus olhosLa noche se instala detrás de mis ojos
Embora o mundo lá fora queira brilharAunque el mundo afuera quiera brillar
E carrego um silêncio cravado na bocaY llevo un silencio clavado en la boca
Que grita sem barulho pra não acordarQue grita sin ruido por no despertar

Minhas mãos conhecem caminhos proibidosMis manos conocen senderos prohibidos
Meus passos repetem a mesma espiralMis pasos repiten la misma espiral
Abaixo respiro com fogo na veiaAbajo respiro con fuego en la sangre
Um peso invisível me crava no lugarUn peso invisible me clava en el sitio

Tudo por dentro ruge e apertaTodo por dentro me ruge y me aprieta
Como se eu mesmo fosse meu puto inimigoComo si yo mismo fuera mi puto enemigo
Não é só queda, é guerra constanteNo es solo caída, es guerra constante
Um grito preso que pede saídaUn grito atrapado que pide salida
Raiva que cresce mordendo minha almaRabia que crece mordiendo mi alma
Fome de algo que nunca acabaHambre de algo que nunca termina

Me vendo mentiras com forma de alívioMe vendo mentiras con forma de alivio
Me abraço à nada acreditando ganharMe abrazo a la nada creyendo ganar
Mas cada tentativa arranca mais forçaPero cada intento me arranca más fuerza
E me deixa mais longe de poder pararY me deja más lejos de poder parar
Tenho um vazio do caralhoTengo una mierda de vacío
Que não se saciaQue no se sacia
Um puxão profundo que não sabe mandarUn tirón profundo que no sabe mandar
E embora me prometa quebrar a correnteY aunque me prometa romper la cadena
Tem algo na sombra que me volta a amarrarHay algo en la sombra que me vuelve a atar

Esse inframundo te devora devagarEste inframundo te come despacio
E apaga seu nome sem perguntarY borra tu nombre sin preguntar
Se alguém escuta o que estou dizendoSi alguien escucha lo que estoy diciendo
Que olhe de frente, que não queira fugirQue mire de frente, que no quiera huir

Há poços que chamam com voz bem suaveHay pozos que llaman con voz muy suave
E quando te pegam não te deixam sairY cuando te tienen no te dejan salir

Eu sigo aqui embaixo lutando na névoaYo sigo aquí abajo luchando en la niebla
Com algo muito fraco que quer viverCon algo muy débil que quiere vivir
E embora tudo empurre pra mais fundoY aunque todo empuje hacia lo más hondo
Ainda resta raiva pra resistirAún queda rabia para resistir

Composição: Jaime Jose Cerda Fernandez. Essa informação está errada? Nos avise.

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