Tradução gerada automaticamente

exibições de letras 42

Locura Podrida

LOCURA POÉTICA

Letra

Loucuras Podres

Locura Podrida

Se você notar nos meus olhos, quando não dormiSi me notas en los ojos, cuando no he dormido
Carrego problemas pequenos vivendo comigoLlevo problemas pequeños viviendo conmigo
Falo baixo pra não me assustarHablo solo bajito, para no asustarme
Quando o silêncio decide me atacarCuando el silencio decide atacarme

Aprendi a disfarçar bem a dorAprendí a disimular bien el daño
Sorrio justo quando tudo apertaSonrío justo cuando todo aprieta
Escrevo frases em papéis perdidosEscribo frases en papeles perdidos
Que parecem poemas, mas são avisosQue parecen poemas pero son avisos
Mensagens que me mando de dentroMensajes que me mando desde dentro
Pra não desaparecer por completo de vez em quandoPara no desaparecer del todo por momentos

A loucura poética aparece sem avisoLa locura poética aparece sin aviso
Me dita palavras que não analisoMe dicta palabras que no analizo
E escrevo como quem abre uma feridaY escribo como el que abre una herida
Só pra checar se ainda tá vivaSolo para comprobar que sigue viva
Se eu me perder, que seja escrevendoSi me pierdo, que sea escribiendo
Deixando sinais por onde vou caindoDejando señales por donde voy cayendo

Isso é minha loucura poéticaEso es mi locura poética
Continuar contando o que dóiSeguir contando lo que duele
Mesmo que ninguém pergunteAunque nadie pregunte
Mesmo que ninguém respondaAunque nadie responda
Mesmo que amanhã eu comece de novo do mesmo pontoAunque mañana vuelva a empezar desde el mismo punto

E mesmo que eu jure mil vezes que já esqueciY aunque jure mil veces que ya está olvidado
Sempre volta quando baixo a guardaSiempre vuelve cuando bajo la guardia
Se senta comigo à beira do diaSe sienta conmigo al borde del día
E me fala de tudo que tá faltandoY me habla de todo lo que falta
Tem manhãs que pesam demaisHay mañanas que pesan demasiado
Como se o ar viesse com dívidaComo si el aire viniera con deuda
E caminho arrastando pensamentosY camino arrastrando pensamientos
Que ninguém vê de foraQue nadie ve desde fuera

Decorei as desculpas de corMe aprendí de memoria las excusas
Falo sem precisar pensarLas digo sin necesidad de pensar

Às vezes tudo parece simplesA veces todo parece sencillo
Como se fosse possível mudarComo si fuera posible cambiar
Mas dura o que dura um impulsoPero dura lo que dura un impulso
Antes de voltar a recomeçarAntes de volver a empezar

E sigo escrevendo pra me entenderY sigo escribiendo para entenderme
Pra não me quebrar sem barulhoPara no romperme sin ruido
Porque quando dou nome ao caosPorque cuando pongo nombre al caos
Sinto que ainda tô comigoSiento que sigo conmigo

E mesmo que às vezes não entenda o que escrevoY aunque a veces no entienda lo que escribo
Sei que algo dentro ainda tá acordadoSé que algo dentro sigue despierto
Uma voz que se recusa a se renderUna voz que se niega a rendirse
Mesmo que tudo pareça desertoAunque todo parezca desierto

Tentei calá-la mil vezesHe intentado callarla mil veces
Abafá-la com barulho e correrTaparla con ruido y correr
Mas volta batendo por dentroPero vuelve golpeando por dentro

Não há milagres por trás dessas frasesNo hay milagros detrás de estas frases
Nem respostas que possam curarNi respuestas que puedan curar
Só um cara buscando equilíbrioSolo un tipo buscando equilibrio
Entre ficar ou ir emboraEntre quedarse o marchar

E caminho devagar entre dúvidasY camino despacio entre dudas
Fazendo as pazes comigoHaciendo las paces conmigo
Aprendendo que continuar de péAprendiendo que seguir de pie
Já é castigo suficienteYa es bastante el castigo

Porque essa loucura poéticaPorque esta locura poética
Não pede permissão ao chegarNo pide permiso al llegar
Me atravessa, me quebra e me juntaMe atraviesa, me rompe y me junta
Toda vez que volto a recomeçarCada vez que vuelvo a empezar

Porque essa loucura poéticaPorque esta locura poética
Não me salva, mas me sustentaNo me salva pero me sostiene
É a forma que encontrei de seguirEs la forma que encontré de seguir
Quando tudo o mais se perdeCuando todo lo demás se pierde

E se um dia eu me perder de vezY si un día me pierdo del todo
E não souber como voltarY no sé cómo regresar
Que essas linhas lembrem ao mundoQue estas líneas recuerden al mundo
Que tentei não me deixar apagarQue intenté no dejarme apagar

Que essas linhas lembrem ao mundoQue estas líneas recuerden al mundo

Loucuras poéticasLocura poética
Loucuras poéticasLocura poética

Que tentei não me deixar apagarQue intenté no dejarme apagar

Loucuras poéticasLocura poética
Loucuras poéticasLocura poética

Que tentei não me deixar apagarQue intenté no dejarme apagar
Tentei não me deixar apagarIntenté no dejarme apagar
Tentei não me deixar apagarIntenté no dejarme apagar

Loucuras poéticasLocura poética

Composição: Jaime Jose Cerda Fernandez. Essa informação está errada? Nos avise.
Enviada por paco. Revisão por paco. Viu algum erro? Envie uma revisão.

Comentários

Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

0 / 500

Faça parte  dessa comunidade 

Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de LOCURA POÉTICA e vá além da letra da música.

Conheça o Letras Academy

Enviar para a central de dúvidas?

Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

Fixe este conteúdo com a aula:

0 / 500

Opções de seleção