Tradução gerada automaticamente

Mis Flores y Mis Grietas

LOCURA POÉTICA

Letra

Minhas Flores e Minhas Fissuras

Mis Flores y Mis Grietas

Aqui estouAquí me tienes
Rodeado por este mar de pétalas vermelhasRodeado de este mar de pétalos rojos
Com o veneno das floresCon el veneno de las flores
Gritando verdades proibidasGritando verdades prohibidas

Enquanto a terra se abreMientras la tierra se abre
Para curar minhas fugasPara curar mis huidas

Já não sobra canto na minha peleYa no queda rincón en mi piel
Que não saiba derrotarQue no sepa derrotar
Vendo como a vida escorregaViendo como la vida se escurre
Gota por gotaGota por gota
E eu olhando fixo esse desmoronamento lentoY yo mirando fijo ese derrumbe lento
Muito lentoMuy lento

Tenho um incêndioTengo un incendio
Vivendo debaixo da almaViviendo debajo del alma
Uma guerra sem gritosUna guerra sin gritos
Mas sempre começadaPero siempre empezada
Um batimento que empurraUn latido que empuja
Como querendo sairComo queriendo salir
E eu fazendo de conta que não ouçoY yo haciéndome el sordo
Deixando-me morrerDejándome morir

Não pise na minha gramaNo pises mi hierba
Melhor deixa que a fumaça te leveMejor deja que el humo te lleve
Pra onde o tempo paraDonde el tiempo se para
E o coração já não se atreveY el corazón ya no se atreve
Não se atreveNo se atreve

Aprendi a me perderHe aprendido a perderme
A me quebrar em silêncioA romperme en silencio
Devagar, muito devagarDespacio, muy despacio
E a raiva adormeceY la rabia se duerme
A culpa se ajoelhaLa culpa se arrodilla
Me dá raivaMe da rabia
Viver assimVivir así

Ser um corpo que aguentaSer un cuerpo que aguanta
E uma mente que cedeY una mente que cede
Enquanto por dentro tudo se despedaçaMientras por dentro todo se rompe
Algo que não fala, mas ordenaAlgo que no habla, pero ordena
Algo que decide por mimAlgo que decide por mí

E às minhas costas o diabo levanta sua mão giganteY a mis espaldas el diablo levanta su mano gigante
Vigilando para que o ritmoVigilando que el ritmo
Não deixe de ser sufocanteNo deje de ser asfixiante

Sou o rei deste pradoSoy el rey de este prado
Onde o sangue se torna pólenDonde la sangre se hace polen
Deixando que os medosDejando que los miedos
E as dores se descontrolamY las penas se descontrolen

E a raiva não gritaY la rabia no grita
Se acumulaSe acumula
Se torna pedra no meio do peitoSe hace piedra en mitad del pecho
Me transforma em testemunha de mim mesmoMe convierte en testigo de mí mismo
Sem poder fazer nada a respeitoSin poder hacer nada al respecto
E o pior não é cair nem se quebrarY lo peor no es caer ni romperse
É saber de tudo enquanto aconteceEs saberlo todo mientras ocurre
E não ter um lugarY no tener un sitio
Onde esconder issoDonde esconderlo

Isso é o que dói de verdadeEso es lo que duele de verdad
Não a dor, não o golpe, não o fundoNo el daño, no el golpe, no el fondo
Mas me verSino verme
Desperto no mais profundoDespierto en lo más hondo
Sabendo cada passo, cada quedaSabiendo cada paso, cada caída
Repetindo a cena já conhecidaRepitiendo la escena ya conocida
Continuo buscando um acorde que sangreSigo buscando un acordé que sangre
Perdido por rotas que você não imaginaPerdido por rutas que tú no imaginas
Para acalmar a bestaPara calmar a la bestia
Para saciar essa porra de fomePara saciar este puto hambre

Eu fico aqui embaixoYo me quedo aquí abajo
Com minhas flores e minhas fissurasCon mis flores y mis grietas
Mastigando o talo amargoMasticando el tallo amargo
Dessa flor que me dominaDe esta flor que me domina

E aqui sigoY aquí sigo
Sendo o dono da minha própria dorSiendo el dueño de mi propio dolor
Mas enquanto me afundo neste mar de pétalas e barulhoPero mientras me hundo en este mar de pétalos y ruido
De que me serve o ar¿De qué me sirve el aire
Se não me atrevo a me queimar?Si no me atrevo a quemarme?
De que me servem os olhos se só servem para me cegar?¿De qué me sirven los ojos si solo sirven para cegarme?
De que me serve o grito se eu faço antes de sair?¿De qué me sirve el grito si lo hago antes de salir?

Porque debaixo de todo esse puto barulhoPorque debajo de todo este puto ruido
Há algo que não consegui quebrarHay algo que no he podido romper
E isso é o que me fodeY eso es lo que me jode
O que não me deixa cair de vezLo que no me deja caer del todo
Que mesmo afundado até o pescoçoQue incluso hundido hasta el cuello
Continuo sentindo esse fundoSigo sintiendo ese fondo
Esse fundo que empurraEse fondo que empuja
Que não aceita o desterroQue no acepta el destierro

Todo maldito diaCada maldito día
Luto comigo em silêncioPeleo conmigo en silencio
Com as mãos manchadas de tentativasCon las manos manchadas de intentos
Que não consigo sustentarQue no puedo sostener

E caminho em círculos fechadosY camino en círculos cerrados
Com a mente girando ao contrárioCon la mente girando al revés
Repetindo os mesmos pecadosRepitiendo los mismos pecados
Que jurei não voltar a cometerQue juré no volver a hacer

Composição: Jaime Jose Cerda Fernandez. Essa informação está errada? Nos avise.

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