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por un jardín muerto

LOCURA POÉTICA

Letra

por um jardim morto

por un jardín muerto

DevagarDespacio
Que não chegouQue no llegó
Que vou arrastando a alma pelo chãoQue voy arrastrando el alma por el suelo
Como um cachorro sem nomeComo un perro sin nombre
Que ficou sem donoQue se ha quedado sin dueño

Que o ar me escapaQue se me escapa el aire
Entre os dentes dessa maldita madrugadaEntre los dientes de esta maldita madrugada
E o mundo me mastigaY el mundo me mastica
Como se eu não valesse nadaComo si no valiera nada

Revirei as gavetas da minha memóriaHe rebuscado en los cajones de mi memoria
Como um ladrão que volta ao mesmo barComo un ladrón que vuelve al mismo bar
E só encontrei minhas velhas glóriasY solo encontré mis viejas glorias
Bêbadas de tanto recordarBorrachas de tanto recordar

Bebo o veneno pra ver se acordoMe bebo el veneno para ver si me despierto
Porque já faz meia vidaPorque llevo media vida
Passeando por um jardim mortoPaseando por un jardín muerto
Se morto, mortoSi muerto, muerto

Me deixe foraDejame fuera
Que dentro falta arQue dentro hace falta aire
Que a verdade se asfixiaQue la verdad se asfixia
Entre mentiras que ninguém se atreve a quebrarEntre mentiras que nadie se atreve a romper
E eu engolindo seco pra não gritar o que vejoY yo tragando saliva para no gritar lo que veo
Enquanto distribuem silêncioMientras reparten silencio
Como se fosse consoloComo si fuera consuelo

Mas hoje meu peito se rompePero hoy se me rompe el pecho
Como uma garrafa contra o chãoComo una botella contra el suelo
E brindo pelos loucosY brindo por los locos
Que ainda acreditam no fogoQue todavía creen en el fuego
Porque ainda bate algoPorque aún me late algo
Debaixo de tanta ruínaDebajo de tanta ruina

Um batimento teimoso batendo contra o peitoUn latido terco golpeando contra el pecho
Como se dissesseComo diciendo
Você não nasceu pra apodrecer em silêncioNo naciste para pudrirte en silencio
E saio pra rua cheio de perguntasY salgo a la calle lleno de preguntas
Enquanto o mundo continua girandoMientras el mundo sigue girando
Como se ninguém ouvisse os que gritamComo si nadie escuchara los que gritan

Não vim a este mundo pra aprender a obedecerNo vine a este mundo a aprender a obedecer
Vim pra botar fogoVine a prenderle fuego
Nas perguntas que ninguém quer fazerA las preguntas que nadie quiere hacer

E se algum dia eu me perderY si algún día me pierdo
Entre a poeira dessa terraEntre el polvo de esta tierra
Que brote uma erva daninhaQue brote una mala hierba
Onde cair minha puta consciênciaDonde caiga mi puta conciencia
Porque as ervas daninhasPorque las malas hierbas
Não pedem permissão ao chãoNo piden permiso al suelo
Rompe o cimentoRompen el cemento
E voltam a nascerY vuelven a nacer

Composição: Jaime Jose Cerda Fernandez. Essa informação está errada? Nos avise.

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