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Soy la oveja verde

LOCURA POÉTICA

Letra

Sou a ovelha verde

Soy la oveja verde

Você sabe que continuo chegando atrasadoSabes que sigo llegando tarde
A todos os lugares onde você não estáA todos los sitios donde no estás
Que me perco entre ruas sujasQue me pierdo entre calles sucias
Como se no fundoComo si en el fondo
Fosse aparecer por trásFueras a aparecer detrás

Sou a ovelha verdeSoy la oveja verde
Acima da negraPor encima de la negra
As noites são grandes demais pra mimLas noches me quedan grandes
Eu as bebo em goles lentosMe las bebo a tragos lentos

Como se no fundo do copoComo si en el fondo del vaso
Eu pudesse afogar a lembrançaPudiera ahogar el recuerdo

E não, não aprendi nadaY no, no aprendí nada
Só a fingir que não me importaSolo a fingir que me da igual
O que diabos eu ainda estou fazendo¿Qué coño hago todavía
Falando da sua ausênciaHablando de tu ausencia
Se você já deve estar rindoSi tú ya debes reírte
Da minha decadência inútil?De mí inútil decadencia?

Sou a ovelha verdeSoy la oveja verde
Que ninguém entendeQue nadie entiende
A que tropeça em seus próprios passosLa que tropieza en sus propios pasos
A que não se encaixaLa que no encaja
A que incomodaLa que molesta
A que se quebra com um só golpeLa que se rompe de un solo porrazo

Sou o ruído que sobraSoy el ruido que sobra
No seu silêncio perfeitoEn tu silencio perfecto
Um poema mal paridoUn poema mal parido
Cheio de defeitosLleno de defectos
TropeçoTropiezo
Me levanto e caio de novoMe levanto y me vuelvo a caer
Me sobram as vontadesMe sobran las ganas
E me falta a forçaY me falta la fuerza

Me sobram os dedosMe sobran los dedos
Pra contar meus amigosPara contar mis amigos
E me falta a gargantaY me falta la garganta
Pra cuspir o castigoPara escupir el castigo

Sou a erva daninhaSoy la mala hierba
Que não morre nem a pauQue no muere ni a palos
A que prefere o infernoEl que prefiere el infierno

Nem lei, nem ordem, nem puta vergonhaNi ley, ni orden, ni puta vergüenza
Só essa fome de mimSolo este hambre de mí
Que me morde a consciênciaQue me muerde la conciencia

Sou quem cospe pro céuSoy el que escupe al cielo
E vem a tempestadeY le cae la tormenta
Quem não soma, quem subtraiEl que no suma el que resta
Quem nunca é contadoEl que nunca se cuenta

Sou a ovelha verde no seu rebanhoSoy la oveja verde en tu rebaño
A erva daninhaLa mala hierba
Que não entende de leisQue no entiende de leyes
Com a arma quebrada e sem um centavoCon el arma rota y sin un duro
Sou o grito de consciência na paredeSoy el grito de conciencia en el muro

Sou a ovelha verdeSoy la oveja verde
Que não segue o caminhoQue no sigue el camino
Quem cospe na caraEl que escupe a la cara
Do seu próprio destinoDe su propio destino
Que queimem as vontadesQue me quemen las ganas
Que pare a contagemQue se pare la cuenta
Que esse grito de guerraQue este grito de guerra
É o único que importaEs lo único que cuenta

Sou a ovelha verdeSoy la oveja verde
A que não tem curaLa que no tiene cura
A que se queima vivaLa que se quema viva
Na sua própria loucuraEn su propia locura
Na sua própria loucuraEn su propia locura

LoucuraLocura

Na sua própria loucuraEn su propia locura

PoéticaPoética

Sou a ovelha verdeSoy la oveja verde
A que não tem curaLa que no tiene cura
A que se queima vivaLa que se quema viva
Na sua própria loucuraEn su propia locura
Na sua própria loucuraEn su propia locura

PoéticaPoética

Sou a ovelha verdeSoy la oveja verde
A que não tem curaLa que no tiene cura
A que se queima vivaLa que se quema viva
É sua própria loucuraEs su propia locura
Na sua própria loucuraEn su propia locura
LoucuraLocura
Na sua própria loucuraEn su propia locura
PoéticaPoética

Sou a ovelha verdeSoy la oveja verde
Sou a ovelha verdeSoy la oveja verde
Você sabe que continuoSabes que sigo
Chegando atrasadoLlegando tarde
Sou a ovelha verdeSoy la oveja verde
Sou a ovelha verdeSoy la oveja verde
Sou a ovelha verdeSoy la oveja verde
Sou a ovelha verdeSoy la oveja verde
Na sua própria loucuraEn su propia locura

Composição: Jaime Jose Cerda Fernandez. Essa informação está errada? Nos avise.

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