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Cucurrucucú, Paloma

Lola Beltrán

A dor do amor eterno em "Cucurrucucú, Paloma"

Em "Cucurrucucú, Paloma", Lola Beltrán utiliza a imagem da pomba triste que canta ao amanhecer para simbolizar a alma de um homem apaixonado, incapaz de superar a dor de um amor perdido. O título da música, que reproduz o som do canto da pomba, reforça o sentimento de lamento constante, funcionando como um eco do sofrimento e da esperança frustrada do protagonista.

A letra conta a história de um homem consumido pela tristeza, que "no más se le iba en puro llorar" (ele só fazia chorar) e "no más se le iba en puro tomar" (ele só fazia beber), mostrando como o sofrimento amoroso domina sua vida. O verso "Juran que esa paloma no es otra cosa mas que su alma" (juram que essa pomba não é outra coisa senão sua alma) deixa claro que a pomba representa o espírito do apaixonado, ainda preso à espera da amada, mesmo após a morte. O refrão "Cucurrucucú, paloma, no llores!" (Cucurrucucú, pomba, não chore!) é um apelo para que a dor cesse, mas também reconhece que só quem ama profundamente entende esse sofrimento, como diz o verso "Las piedras jamás, paloma, qué van a saber de amores" (As pedras jamais, pomba, o que saberiam sobre amores). Assim, a canção se destaca como um lamento universal sobre a intensidade do amor e a dificuldade de superá-lo, mesmo diante da morte.

Composição: Tomás Méndez Sosa. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.

Enviada por Carlos e traduzida por Vicente. Revisões por 3 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.

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