Tradução gerada automaticamente

La Flor De La Canela
Los Chalchaleros
A Flor da Canela
La Flor De La Canela
Deixa eu te contar, limeñaDéjame que te cuente limeña
Deixa eu te dizer a glóriaDéjame que te diga la gloria
Do sonho que evoca a memóriaDel ensueño que evoca la memoria
Da velha ponte do rio até a alamedaDel viejo puente del río a la alameda
Deixa eu te contar, limeñaDéjame que te cuente limeña
Agora que ainda perfuma a lembrançaAhora que aún perfuma el recuerdo
Agora que ainda balança em um sonhoAhora que aún se mece en un sueño
A velha ponte do rio até a alamedaEl viejo puente del río a la alameda
Jasmins no cabelo e rosas no rostoJazmines en el pelo y rosas en la cara
Airosa caminhava a flor da canelaAirosa caminaba la flor de la canela
Derramava suavidade e ao seu passar deixavaDerramaba lisura y a su paso dejaba
Aromas de mistura que no cabelo levavaAromas de mistura que en el pelo llevaba
Da ponte até a alamedaDel puente a la alameda
Pequeno pé a leva pela calçadaMenudo pie la lleva por la vereda
Que se estremece ao ritmo da sua cinturaQue se estremece al ritmo de su cadera
Recolhia a risada da brisa do rioRecogía la risa de la brisa del río
E ao vento a lançavaY al viento la lanzaba
Da ponte até a alamedaDel puente a la alameda
Deixa eu te contar, limeñaDéjame que te cuente limeña
Ai, deixa eu te dizer, morena, meu pensamentoAy, déjame que te diga morena mi pensamiento
Vamos ver se assim você acorda do sonhoA ver si así despiertas del sueño
Do sonho que entretém, morena, meus sentimentosDel sueño que entretiene morena mis sentimientos
Aroma da suavidade que dá a flor da canelaAroma de la lisura que da la flor de canela
Aromada de jasmins, realçando sua belezaAromada de jazmines matizando tu hermosura
Aroma de novo a ponteAroma de nuevo el puente
E embeleza a alamedaY engalana la alameda
Que o rio acompanhará seu passoQue el río acompasará su paso
Pela calçadaPor la vereda
E lembre-se queY recuerda que
Jasmins no cabelo e rosas no rostoJazmines en el pelo y rosas en la cara
Airosa caminhava a flor da canelaAirosa caminaba la flor de la canela
Derramava suavidade e ao seu passar deixavaDerramaba lisura y a su paso dejaba
Aromas de mistura que no cabelo levavaAromas de mistura que en el pelo llevaba
Da ponte até a alamedaDel puente a la alameda
Pequeno pé a leva pela calçadaMenudo pie la lleva por la vereda
Que se estremece ao ritmo da sua cinturaQue se estremece al ritmo de su cadera
Recolhia a risada da brisa do rioRecogía la risa de la brisa del río
E ao vento a lançavaY al viento la lanzaba
Da ponte até a alamedaDel puente a la alameda




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