Manifesto Decolonial CoroneZo
Los CoroneZos
Protagonismo e resistência em "Manifesto Decolonial CoroneZo"
"Manifesto Decolonial CoroneZo", da banda Los CoroneZos, destaca o protagonismo histórico dos povos marginalizados ao inverter a narrativa tradicional que os coloca apenas como vítimas ou figurantes. A música utiliza a metáfora do xadrez em versos como “fomos vítimas de bispos, torres, cavalos e reis”, associando as peças do jogo ao poder e à dominação colonial. Nesse contexto, os "coroneZos" se apresentam como agentes ativos, sempre presentes no tabuleiro da história, mas raramente reconhecidos por sua importância nas transformações sociais.
A letra faz uma crítica direta à exclusão das vozes indígenas, afrodescendentes e de outros grupos oprimidos, ao mencionar “a história de seus presidentes, de suas instituições; de suas bandeiras e de seus deuses”. O convite à escuta dos “gritos que vêm dos porões da história” e à valorização das “ações imortais” apagadas pelo descaso reforça a necessidade de resgatar memórias e reconhecer lutas silenciadas. Ao afirmar “nós carregamos no rosto a imagem de todos os nossos ancestrais” e “estamos na ponta da lança desta geração”, a música enfatiza a identidade coletiva, a continuidade da resistência e a urgência do “aqui, agora!”, chamando à ação imediata para reescrever a história a partir das margens.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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